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Secretaria de Saúde alerta população juinense sobre epidemia de Conjuntivite

Segunda-feira, 15/01/2018 15:08
Rosi Zimpel

A conjuntivite é uma das doenças oculares mais comuns no Brasil, essa doença se dá através da inflamação na membrana transparente que cobre o globo ocular e a parte interna da pálpebra. As causas podem ser decorrentes de alergias, bactérias ou vírus.

 

Crianças, jovens, adultos e idosos podem ter essa doença e é preciso muito cuidado para evitar a transmissão para outras pessoas. A conjuntivite viral é muito contagiosa e ocorre com mais frequência no verão.

 

Os sintomas mais comuns são olhos avermelhados, prurido, sensação de desconforto, inchaço do olho ou pálpebra, lacrimejamento com secreção mucopurulenta, sensibilidade à luz, visão borrada, pode ocorrer febre, dor de garganta e dores pelo corpo.

 

 Mas, com o tratamento correto leva de 15 a 20 dias para desaparecer. Não existe tratamento específico para quem foi diagnosticado com essa doença e a recomendação é limpar com soro fisiológico gelado, fazer compressas e usar colírios.

 

Mato Grosso está passando por uma epidemia de conjuntivite que já ultrapassou a barreira de 22 municípios do estado. A Vigilância Epidemiológica Estadual informou que foi notificada de registros de casos em Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Tangará da Serra, Juína, Juscimeira, Rondonópolis, Juara, Arenapolis, Barra do Bugres, Denise, Campo Novo dos Parecis, Nova Marilândia, Nova Olímpia, Santo Afonso, Porto Estrela, Sapezal, Paranatinga, Alta Taquari, Castanheira, Colniza e Cáceres.

 

Em Juína, foram registrados 445 casos dessa doença, vale ressaltar que esse numero é de casos de pessoas que procuraram as unidades de saúde, mas estima – se que há uma quantidade bem maior de conjuntivite no município.

 

Ágata Barbosa que é coordenadora da Vigilância em Saúde destacou a preocupação por parte da secretaria de saúde em alertar a população para os cuidados com essa doença, uma vez que não há outra forma de combater a não serem os cuidados com a prevenção que é a higienização frequente das mãos, evitar ambientes fechados com aglomeração de pessoas. “Não recomendo a automedicação porque uma infeção pode ser diferente da outra e aconselho que o paciente procure um oftalmologista para indicar o tratamento necessário para cada caso.”, recomendou.